quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A ESCOLA COMO CAMPO DE PESQUISA

Na nossa última aula (10/02/2017), o Prof° Fernando nos passou uma atividade/pesquisa em dupla: "A escola como campo de pesquisa". Nossa responsabilidade era:
  • Escolher e visitar uma determinada escola do bairro;
  • Entrevistar o diretor ou alguém que atue na direção da escola;
  • Elaborar 5 questões em sala de aula para a entrevista que estejam relacionadas as 5 disciplinas que estamos estudando: TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação); Fundamentos Filosóficos da Educação; Fundamentos Históricos da Educação e da Pedagogia; Profissão Docente; OTA (Organização dos Trabalhos Acadêmicos).

Informações sobre a escola pesquisada:

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA BENEDITA DE CASTRO LIMA
Diretor: NAILDO SILVA MELO (entrevistado)
Endereço: R. Santa Rita, s/n - Tabuleiro dos Martins, Clima Bom, Maceió - AL, 57071-120


Segue abaixo a entrevista realizada por nós administradoras do blog (Luanny Avelino e Maria Inês) com o Diretor da escola, NAILDO SILVA MELO:

1)      Quais são as tecnologias disponíveis na escola e como se dá a utilização delas?

     Em termos de software a gente tem um, que é o software oficial do estado, se chama Sageal. No Sageal constam o histórico do aluno, as matrículas e os rendimentos deles, isso está online a disposição da Secretaria da Educação que monitora o resultado da escola. Num futuro próximo vai estar também a disposição dos pais para que possam baixar os boletins em casa mesmo. Na secretaria da escola ele é uma ferramenta muito legal porque ele dá uma declaração, um certificado, um boletim de imediato, porque há poucos anos a gente tinha que fazê-lo numa tela de Word ou Excel. Esse sistema esta implantado desde 2013, tem apresentado ainda algumas dificuldades, porque o aluno matriculado em outra escola a gente não consegue efetivar a transferência dele direto no sistema, depende daquela outra escola dar baixa no sistema pra poder o aluno entrar aqui, isso atrasa o diário, que é o diário online que o professor tem em mãos no seu tablet ou no seu celular e na sala de aula mesmo ele já vai registrando ali as freqüências e as notas. Mas isso já está acontecendo em muitas escolas, a nossa ainda não conseguiu por conta da diversidade de alunos que a gente tem, a gente tem alunos de EJA, alunos de fundamental, alunos de médio, e esses alunos vem de várias outras escolas que não baixaram ainda a matrícula deles e outros nem tem ainda. Além disso a gente tem a nossa tecnologia mais restrita, que são os documentos internos  da escola e não estão em rede online, mas que estão em formas de arquivo, a diretoria tem seu arquivo, a coordenação tem outro, que são basicamente documentos contáveis e administrativos e que também dizem respeito ao acompanhamento pedagógico do estudante. Além disso como vocês viram a gente tem a rádio, a rádio ainda não funcionou esse ano porque ela funciona em parceria com o grêmio e são os alunos que tocam, até pra comunicação interna, logo logo estaremos retomando e colocando alí no ar, até por conta que sai o aviso unificado, é diferente de você sair de sala em sala dizendo a mesma coisa, você dá um aviso único e as pessoas entendem melhor. E o quê mais? Temos Emails, temos página no Facebook, agora a secretária está adotando um telefone celular com Whatsapp e ele é direcionado para o aluno. No Facebook nós vamos colocar um link do “Fale Conosco” que vai direto para o Whatsapp da escola. Temos também o laboratório de Informática e Robótica,  com 30 computadores, sendo 21 de novos modelos e os antigos já estão pra ser substituídos, todos conectados ao WiFi, onde acontecem aulas normais de diversas disciplinas, a sala está também para receber dois novos equipamentos de ar condicionado. Todas as salas de aula do térreo estão climatizadas, e também temos um sistema de segurança na escola, com câmeras espalhadas por diversos pontos.



2)      Como que a escola contribui para o desenvolvimento das idéias, dos pensamentos de seus alunos?

Certo. Nós achamos que a escola está fazendo esse papel principalmente pela atuação do professor, nós temos um quadro docente elogiável, os professores estão intrinsecamente fazendo esse trabalho não só através de projetos do tipo “vamos parar e fazer um projeto de cidadania” por exemplo, não, isso é trabalhado diariamente nas disciplinas especificas como história, filosofia, sociologia, a de ensino religioso, e também a própria língua portuguesa, a gente sempre orienta, o projeto político pedagógico da escola ele orienta isso, nós temos lá no PPP ‘Educação Profissional’, de olho no mercado de trabalho, de olho nas tecnologias , no fazer digamos assim, físico, na formação técnica do estudante na execução de tarefas mecânicas no curso de 'Técnico em Segurança do Trabalho' por exemplo, mas colocando isso dentro de um contexto socioeconômico e humanamente falando que leve pra essa questão de formar o cidadão pensador, o cidadão crítico, não só aquele “robôzinho” que vai lá pra indústria pra digitar um texto de menor aprendiz e tal, mas a formação completa do ser humano como prevê a LDB.


3)      Como a escola trabalha com seus alunos a importância da Educação?

A gente procura inicialmente ter uma escola atrativa.  O aluno não vai dar importância a uma escola que não dá importância a ele, a escola se trona atrativa quando ela convida o aluno a fazer parte do planejamento pedagógico, por exemplo, ano passado nós tivemos aqui o “Dia das Mães” que foi organizado, planejado e executado pelos alunos, eles fizeram homenagem pras mães, fizeram shows, teatro, e fizeram homenagem inclusive para as professoras, nós como educadores ficamos assistindo e participando, então naquele momento a escola foi importante pra eles porque eles aprenderam a “fazer fazendo” (na prática). A mesma coisa foi no dia do estudante, perguntei ao grêmio estudantil: “O que vocês querem fazer pra si?” e eles criaram, inventaram um show de talentos e apresentaram no palco da escola. Então, tornando a escola mais atrativa, mais participativa, o aluno acha e considera a educação importante porque ele mesmo está sendo importante ali dentro do ambiente em que vive. Investimos em infraestrutura, como vocês podem ver a escola está climatizada, lousas de vidro, temos auditório, um laboratório de informática fantástico que vocês vão poder fotografar, laboratório de aprendizagem que é específico para aqueles alunos que estão com dificuldades especiais e específicas em alguma matéria, o professor já seleciona e já leva pra um trabalho paralelo de recuperação paralela. Laboratório de ciências, o programa “Mais Educação” vindo com a oficina de língua portuguesa e matemática, e também uma oficina de esportes e de cultura, então a importância que se dá a tudo isso é a crença de que você está lidando com pessoas, e são essas pessoas que não só no futuro mas já hoje mesmo, as crianças, jovens e adolescentes que fazem parte de um contexto social aqui presente que está agindo e interagindo na sociedade local, então o que a gente faz aqui repercute de imediato na comunidade, então a escola tem um papel fundamental na transformação da sociedade local, não na preparação para o futuro mas, uma ação concreta que deve interferir agora, hoje, nessa criança que está aqui e é bem tratada, bem cuidada, que chega em casa e está feliz e contagia aquela família que está carente até de alimentação, de paz, de sossego, de harmonia, então é o jovem que vem pra cá e que tem um professor que é encantador,  e ele aprende com isso, e que depois ele vai pra quadra de esportes e pratica esporte e se realiza também nessa área, se ele tem um projeto de robótica, como agora vocês viram os jovens saindo daqui, então eles já dizem “nós queremos liderar esse projeto, nós queremos ser agentes multiplicadores desse projeto de robótica”, então a importância da escola é indiscutível, ela está na vanguarda, está prevendo e antevendo ao combate a violência, ao combate a vulnerabilidade dos jovens, o combate até as doenças, a prevenção, quando o professor educa por exemplo na questão de educação sexual, então a escola está sempre na vanguarda da vida, ela vai sempre fazendo a vida se transformar no momento presente.



4)      Como se dá a valorização da profissão docente nesta escola?

Olha, quando se fala em valorização docente geralmente os próprios professores atribuem ao salário e isso é uma questão que não depende da gente. Muitas vezes alguns professores se colocam assim: “ah, a gente ganha pouco então a gente relaxa.” A nossa atitude é sempre de não concordar com isso, ser educador tem um pouco disso de ser missionário, claro que salário interfere, salário define o bom humor de muita gente, mas não está na nossa esfera de adição administrativa valorizar as pessoas pagando mais, essa é uma questão de governo. Então, como nós não podemos pagar melhor, a gente procura criar uma atmosfera de boa convivência, dar para o professor ferramentas de trabalho modernas e atrativas, por exemplo, o auditório equipado com multimídia, um estoque de projetores multimídia que eles podem ter acesso e levar pra sala de aula quando quiserem, uma sala de aula climatizada e confortável pra ele trabalhar, até mesmo no ambiente de descanso na hora do intervalo, você tem o sofá, a TV, um cafezinho, lanche no intervalo, e além disso uma presença da equipe pedagógica que acompanha, que avalia e que motiva, que também para pra motivar e se auto motivar, até mesmo porque nós estamos no mesmo contexto de desmotivação salarial.



5)      Se existe e como se dá a interdisplinariedade na escola?

De duas formas. Aquela forma que te falei que está intrínseca, não dá pra falar de história sem falar de sociologia, assim como o professor de religião também não se limita a história da religião em si, mas ele fala da geografia, fala da sociologia, fala de todo contexto histórico, e, além dessa maneira, acontece também através dos projetos integradores, a gente faz dois projetos a cada ano, um no primeiro semestre e um no segundo, nesse primeiro semestre nós vamos fazer um projeto mais com exatas, científico, vamos trabalhar a química, a física, a biologia e a matemática, integrando essas ciências. Já no segundo semestre nós vamos trabalhar as humanas, a arte através da musica, a literatura como poesia e a própria literatura dentro da musica, a língua portuguesa, e ciências para as crianças do ensino fundamental. Além disso, mesmo que o projeto do primeiro semestre tenha o foco mais de exatas, ele não vai deixar de ter o conteúdo de humanas, porque entra aí a dimensão artística da apresentação, como por exemplo, apresentar e trabalhar oficinas, fazer exposição de matemática por exemplo, mas a matemática vem com a robótica que vai está também intrínseca com a questão da arte, de criar através do pensamento da arte e criar objetos e dar vida pra eles.



Finalizamos a entrevista agradecendo ao diretor NAILDO SILVA MELO pela gentileza e pelo modo que nos recebeu na escola. Nós tivemos o prazer de observar e ver o belíssimo trabalho que está sendo realizado com bastante organização e competência. Gostaria de destacar o quanto foi gratificante para mim como ex-aluna (Luanny Avelino) desta escola desde o 6° ano, ter voltado lá como estudante de Pedagogia para realizar essa pesquisa e ver o andamento incrível pelo qual a escola está passando. 



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Os tipos de Conhecimentos

Segundo Carlos José Giudice dos Santos ( Metodologia Científica), devemos ter em mente que todo e qualquer conhecimento é válido e que todos os tipos de conhecimentos buscam a verdade. E que ao longo da humanidade, surgiram quatro tipos de conhecimentos, onde cada um deles, dentro do seu escopo, possui o mesmo objetivo: responder às nossas dúvidas atuais e criar novas dúvidas. E que, apesar do conhecimento científico ser o mais sistematizado, podemos afirmar com certeza que a ciência não é o único caminho que leva à verdade.


Vejamos abaixo os tipos de conhecimentos e suas características:


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Aula 4 - 10/02/17

   Pra não perder o costume, iniciamos a aula com a definição de palavras. O Prof° Fernando nos indicou 06 palavras e nos pediu para que nos reuníssemos com nossas duplas e consultássemos o dicionário. As palavras foram:

1 -  Nortear - Dar a direção do norte; orientar; guiar.

2- Interdisciplinar - Comum a duas ou mais disciplinas ou ramos de conhecimentos.

3 - Diretriz - Linha reguladora de um caminho ou estrada; de um plano; um negócio ou de procedimento; diretiva.

4- Ressignificar - Dar um novo sentido a algo ou alguém.

5-  Intervenção - Ato que tem a finalidade de modificar o jeito de alguém ou alguma coisa; agir; interferência.

6- Contexto - O que constitui o texto no seu todo.

   Em seguida, o Professor fez a leitura de uma parte do livro "O mundo de Sofia" que abriu espaço para o início da discussão/reflexão sobre "Ser Cientista" e a importância da Pesquisa, que consiste no conhecimento específico e estruturado sobre um assunto preciso. "Metodologia da Pesquisa na Educação", esse foi o principal assunto em que tratamos na aula.



 O professor nos ajudou, através de slides, a entender que o saber Científico se constrói num processo de busca, de questionamento, de experiências, pesquisas, e para isso é preciso saber formular perguntas, projetar ações inusitadas. E nos dá o exemplo da criança como cientista nesse processo das descobertas.
   Apresenta-nos também “o que é necessário para fazer ciência” e nos fala de alguns produtos frutos das descobertas científicas que hoje são utilizadas pela população, ou seja, alguns passam até a fazer parte do nosso dia-a-dia, como o velcro por exemplo. Também refletimos sobre “para que serve a ciência”, e percebemos o quanto ela é importante para as nossas vidas, desde satisfazer a curiosidade até evitar desastres naturais, porém ela tem maior importância quando está a serviço do bem coletivo.
   Outro ponto importante é saber “onde se faz ciência” e compreendermos que “faz-se ciência em quase todos os lugares do planeta”. Enfim, que em toda parte podemos ter a possibilidade de fazer ciência e que esta geralmente vai fazer parte da nossa vida. São descobertas que somam na nossa qualidade de vida em algum momento da história humana.

   A pergunta final que nos foi feita sobre o assunto foi: “Gostarias de ser um/uma cientista?”. Esta pergunta causou algumas reflexões nos fazendo voltar a discussão sobre o desejo de busca, a importância da pesquisa, do método, da importância de dedicar tempo e trabalho. Portanto, não é todo mundo que é cientista. A ciência é um conhecimento especializado, aprofundado, experimentado. E que depois vai ser compartilhado.

   Outra discussão muito importante e enriquecedora que tivemos em nossa aula foi sobre a importância das outras pessoas para a formação da nossa identidade, pois somos seres em completude, só somos nós quando estamos com os outros. 

Para nos exercitar e colocar em prática todo o conhecimento obtido na aula, o professor nos passou duas atividades para as próximas aulas:

Atividade 1: A escola como campo de pesquisa
  • Escolher e visitar uma determinada escola do bairro;
  • Entrevistar o diretor ou alguém que atue na direção da escola;
  • Elaborar 5 questões em sala de aula para a entrevista que estejam relacionadas as 5 disciplinas que estamos estudando: TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação); Fundamentos Filosóficos da Educação; Fundamentos Históricos da Educação e da Pedagogia; Profissão Docente; OTA (Organização dos Trabalhos Acadêmicos).
Atividade 2: Trabalho em Grupo (apresentação: 03/03/17)

O professor dividiu a turma em 6 grupos e sorteou 6 tipos de metodologias para que cada grupo pesquise, estude e organize uma apresentação criativa em relação ao seu tema:
  1. Etnografia
  2. Pesquisa Participante
  3. Estudo de Caso 
  4. Pesquisa Ação
  5. Webgráfica
  6. Educação Comparada    
Abordando as seguintes questões:
  1. O que é?
  2. Como se faz?
  3. Técnicas de coleta de dados
  4. Técnicas de análise de dados


SOBRE A AULA ANTERIOR (03/02/17): O Professor deu os parabéns para toda a turma em relação aos vídeos que foram produzidos sobre os tipos de conhecimentos e deixou como “tarefa de casa” assistir aos 4 vídeos e extrair de cada um as características dos tipos de conhecimento.

Resumo do texto e do Mapa Conceitual: Ciência e Esperança

   A ciência está longe de de ser um instrumento perfeito de conhecimento, no qual não há certezas e por esse motivo pode ser de difícil entendimento. Toda via a ciência quando infere na espiritualidade humana se torna mais que um corpo  de conhecimento, mas um modo de pensar.
   As pseudo ciências ou superstições aparentam ser mais atraentes a cada ano e deixa-nos uma lição clara de que estudar e aprender se torna indesejável e até pode-se evitar, pois o mercado ou a vida pode nos levar a outros rumos que não sejam permeados de ciência.
   A ciência evolui não ao mesmo passo que a humanidade. Há um declínio notório e evidente de conteúdos científicos ou culturais propagados nos meios de comunicação em massa, baseados em superstições nas quais as pessoas não estão preocupadas com métodos ou pesquisas, e assim grandes potências celebram a ignorância em massa, na qual o conhecimento se restringe aos detentores do "poder".  O valor é desigual, o valor dado a pesquisa está restrito.


(Resumo elaborado em grupo e em sala de aula / Dia: 03/02/17)
Aluna: Maria Inês Marcelino

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Aula 3 - 03/02/17

Para iniciar nossa terceira aula, o Prof° Fernando começou com a mesma dinâmica/atividade da semana passada, nos indicando 11 palavras para que dividida em quatro grupos, a turma encontrasse seus respectivos significados.

Essas palavras podemos encontrar no capitulo "Ciência e Esperança" do livro 'O Mundo Assombrado pelos Demônios', de Carl Sagan:

  1. Ciência: Conjunto de conhecimentos sistematizados , relativo a uma ordem de fenômenos. 
  2. Declínio: Ato de declinar, declinação, decadência. 
  3. Conhecimento: Ato ou efeito de conhecer; inferir; informação ou noção adquirida pelo estudo ou pela experiência.
  4. Indulgente: Fácil de perdoar, tolerante, benevolente. 
  5. Calibração: Regular, ajustar. 
  6. Status: Posição social de um individuo, o lugar em que ele ocupa na sociedade.
  7. Paleontologia: Ciência que estuda animais e vegetais fosseis. 
  8. Tese: Proposição para discussão ou controversa.
  9. Falibilidade: Que pode falhar, ou enganar-se; falível.
  10. Incutir: Fazer penetrar, fazer assimilar
  11. Fóssil: Que se extrai da terra , vestígio ou resto petrificado de animais ou vegetais que habitaram a terra em época remotíssima e que não são mais representados por espécies vivas.
 Ao término do tempo dado para a procura, compartilhamos as palavras e seus significados. Ainda com relação ao capítulo "Ciência e Esperança", compartilhamos com nosso grupo o mapa conceitual elaborado individualmente e com base nele e no texto lido, nos foi solicitado um resumo. 

Em seguida, o Prof° iniciou uma explicação sobre MÍDIAS TECNOLÓGICAS, como por exemplo: Impressos, aúdio, TV, computadores (TIC - Tecnologias da Informação e Comunicação)

Para finalizar mais uma aula produtiva, nos foi dada mais uma tarefa muito interativa! O Prof° novamente dividiu a turma aleatoriamente em quatro grupos, cada um com um tema:
  • Senso Comum 
  • Conhecimento Filosófico
  • Conhecimento Religioso
  • Conhecimento Cientifico
Cada grupo se reuniu e estabeleceu suas estratégias de divisão para entrevistar em torno de 10 pessoas (por grupo) na Universidade, lhes questionando sobre o entendimento delas acerca do tema de cada um, juntamente com algumas informações básicas sobre cada pessoa: nome/idade/curso. 

Finalizadas as entrevistas, voltamos para a sala de aula onde cada grupo juntou os dados colhidos e com o auxilio do Prof°, colocamos em prática a sistematização e a tabulação. Além disso, cada grupo ficou com a tarefa de produzir um vídeo sobre o seu tema e postar no YouTube.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Resumo do texto e do Mapa Conceitual: Ciência e Esperança

   Com base na leitura deste capítulo, podemos compreender que a ciência assim como os outros conhecimentos, busca a verdade através dos questionamentos, experimentos e descobertas. Apesar de todos os avanços que a ciência proporciona, existe a possibilidade das falhas nos fazendo entender que ela não é uma verdade absoluta, mas é o mais bem sucedido conhecimento acessível aos humanos.
   Sabendo que a ciência está longe de ser o instrumento perfeito, ela nos faz compreender o mundo e ter domínio sobre nós mesmos através da autocrítica. O segredo do sucesso da ciência é porque não existem perguntas proibidas, assuntos delicados demais para serem examinados, verdades sagradas. 



(Resumo elaborado em grupo e em sala de aula / Dia: 03/02/17)
Aluna: Luanny Avelino

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Aula 2 - 27/01/2017

Iniciamos a aula com a leitura do texto " PENSANDO UM POUCO SOBRE O ATO DE LER E AS PRÁTICAS ATUAIS DE LEITURA", no qual analisamos as opiniões de três autores sobre a definição da leitura, Magda Soares, Kleimann e Nunes. Em seguida o professor Fernando nos pediu para que formássemos grupos para realizar uma atividade. Com o auxilio do dicionário, cada grupo ficou responsável por pesquisar o significado de algumas palavras para que depois houvesse uma troca de informações coletiva. Também foi pedido para que nós criássemos um paralelo entre as opiniões dos autores. Após o fim da atividade, o professor iniciou a leitura do texto para a turma, como forma de demonstrar para nós como um universitário deve ler. A cada paragrafo lido, o Prof° Fernando nos orientou a circular palavras que achamos importantes no contexto, e a escrever ao lado um pouco do que entendemos daquele paragrafo. Esse foi o procedimento durante a leitura de todo o texto, onde pudemos tirar muitas dúvidas e aprender como fazer uma leitura proveitosa. Um dos pontos importantes da aula foi quando aprendemos sobre dois tipos de leitura: Leitura Objetiva e Leitura de Formação de Identidade. 



Depois de debater com os alunos sobre as formas de leitura, o Prof°encerrou a aula nos dando dicas preciosas de como organizar os estudos, como por exemplo: 

  1. Estabelecer prioridades  
  2. Perceber nossas necessidades 
  3. Criar uma rotina 
  4. Ter um ambiente favorável para o horário de estudar
  5. Estabelecer metas